25 de Janeiro de 2012

Viagem a Marrocos - Parte 1

Como prometido, aqui vai um resuminho da preparação da minha viagem a Marrocos.

Acho que já tinha comentado isso aqui, mas estas férias foram completamente espontâneas. Tínhamos visto há uns tempos uns programas na TV sobre Marraquexe e Essaouira e tínhamos ficado com vontade de lá ir. Por curiosidade, um dia o meu marido andava a ver preços na Ryanair e descobriu um voo muito barato precisamente para a data em que tínhamos marcado férias. A marcação foi quase imediata, com medo que o preço mudasse, como é frequente. E começou tudo aí.

Eu nunca tinha viajado na Ryanair e, pessoalmente gostei bastante. Os preços são bastante acessíveis e, se andarmos atentos, aparecem boas promoções. Para quem tem disponibilidade de datas, conseguem-se boas pechinchas.

Inicialmente, tínhamos pensado levar apenas bagagem de cabina (atenção ao tamanho da mala), mas, depois de refletirmos bem, e inclusive depois de já termos feito a mala e o checkin online, achamos melhor levar uma mala de porão. Esta decisão revelou-se excelente. O preço extra foi de cerca de 25€, mas permitiu-nos levar na mão a bolsa da máquina fotográfica que é bastante grande e trazer compras na mala de porão que de outra forma não poderiam ter sido feitas.

Quanto a formalidades antes da viagem, quase não há nenhuma. Basta um passaporte válido. E não se esqueçam de preencher o formulário de entrada à chegada ao aeroporto de Marraquexe (não esperem que vo-lo venham trazer, têm de pegar num dos papelinhos espalhados em diversos balcões). A moeda nacional é o dirham e corresponde a cerca de 0,09€.

A língua oficial em Marrocos é o árabe, apesar de que, o árabe marroquino é bastante diferente do árabe de outros países. No Sul do país fala-se berbere e há muitos dialetos. No entanto, o francês é falado por quase toda a gente, sendo a segunda língua do país. Se falarem francês, estão safos em quase todo o lado. Contudo, os Marroquinos são expeditos, especialmente em cidades mais visitadas por turistas, e há muita gente a falar inglês e espanhol. Em raras ocasiões, há também quem fale alemão e cheguei e encontrar quem falasse português.

A reserva do hotel foi feita também online. Optámos por ficar numa riad, bem no centro da Medina, primeiro porque queríamos passar pela experiência de uma verdadeira riad e depois porque geralmente ficam no centro e facilitam as deslocações. Fizemos uma pesquisa no Booking e, acabamos por escolher uma riad de preço médio, a Riad Lena. As riads costumam ser um pouco mais caras do que os hotéis, mas a experiência é inesquecível. Pessoalmente gostei bastante da riad onde fiquei, mas há outras mais baratas.


Como nunca tínhamos ido a Marrocos, o voo chegava à noite e tivemos medo de passar por uma má experiência logo no primeiro dia, mandámos um email para o hotel e pedimos que nos fossem buscar ao aeroporto. Correu tudo muito bem, espacialmente porque os táxis não entram no interior das ruelas da Medina e seria difícil encontrar a riad à noite. De qualquer forma, um táxi (petit taxi) do aeroporto até à Medina custa cerca de 70 dirhams (cerca de 7 euros), depois de discutir bastante o preço. Se optarem por um táxi como meio de deslocação, tenham em conta que, apesar de existirem taxímetros, estes praticamente não são usados. O preço que os taxistas apresentam é sempre inflacionado e deve ser bem discutido.


A primeira refeição foi feita na riad, depois de a encomendarmos por email antes da viagem. Não me arrependo de o ter feito, mas apenas porque não nos queríamos andar à noite à procura de onde comer. Os preços das refeições nas riads são altíssimos por isso, se puderem, comam noutro sítio.


Comer em Marraquexe fica bastante barato, para os nossos padrões. Para quem quer provar algo tipicamente marroquino, aconselho um tajine. Eu comi um tajine de frango excelente. O preço de um tajine ronda os 40 Dirhams (4 euros).

Comer na praça Jemaa-el-fna é uma experiência inesquecível. O preço varia bastante, mas há menus com os preços afixados. Apesar de ser um perigo para a saúde intestinal, não me arrependo de ter comido lá. Uma recomendação… se não forem muito cedo, evitem usar os talheres e prefiram comer à mão como verdadeiros marroquinos (se não querem que vos olhem de lado, comam com a mão direita). As louças e talheres têm tendência a ser lavadas sempre na mesma água.



Se preferem algo marroquino mas com o qual já estão familiarizados, comam um shwarma ou um chicha kebab. Há um lugarzinho excelente numa rua que parte da praça chamado Al Ahbab. Duas sandes enormes e deliciosas com verdadeiras batatas fritas para dois ficam por 50 Dirhams (5 euros).




Apetrechem-se de água quando andarem pela cidade. Uma garrafa de 1,5l custa 6 dirhams (0,6€) em qualquer loja ou café (desde que não seja um café para turista e servida à mesa). As outras bebidas não são baratas, especialmente se forem tomadas nos cafés da praça com varanda. Mas também é uma experiência que aconselho, especialmente ao cair da noite, quando as bancas da praça estão a ser montadas. Experimentem o Café de France ou o Glacier.


Não deixem de provar os sumos de laranja da praça Jmaa-el-fna. Custam 4 Dirhams (0,40€) e são dos mais deliciosos que já provei.


Se tiverem vontade de uma lambarice barata, provem um gelado (daqueles que se veem aqui nas feiras) a 20 Dirhams (0,20€).

Marraquexe é uma cidade diferente de todas as outras que visitei e tem muito mais para ver do que o que eu realmente vi. Aconselho vivamente a verem os Túmulos Sádidas e o Palácio Badia. Para uma verdadeira experiência marroquina, também podem ir ver uma mesquita e uma madraça. Atenção na mesquita, no entanto; na maior parte delas, os não muçulmanos não podem entrar. Não percam a Mesquita da Koutoubia. Apesar de não se poder entrar lá dentro, por fora é digna de uma visita.


Os souks são um labirinto de ruas infindável que tenta os possíveis clientes com tudo o que há. Apesar de difícil, a orientação nestes não é tão complicada como parece. No entanto, tentem fixar pontos de referência e não se desviar de um caminho definido, ou perdem-se pela certa. Tentem evitar aceitar ajuda de miúdos de rua que a oferecem, a menos que estejam verdadeiramente perdidos e não tenham outra solução. Estes, muito certamente, vão pedir-vos dinheiro. Mas, regra geral, os Marroquinos são um povo simpático e hospitaleiro, e há sempre gente séria que vos indicará o caminho.


Em Marrocos é possível comprar de tudo um pouco. Para conseguirem bons negócios, especialmente se quiserem comprar muita coisa, dividam as compras por diversas lojas. Por experiência própria, conseguirão gastar menos assim. Discutam sempre os preços que vos apresentam. Mas sejam razoáveis. Não apresentem valores estúpidos. Se o vendedor disser definitivamente não, pode voltar as costas e nunca mais fará o negócio convosco. Se a loja tiver preços afixados, é mais difícil conseguirem que vos baixem os preços, mas, pelo menos, têm pontos de referência.



Marraquexe, e Marrocos em geral, é um lugar excelente para comprarem especiarias. Se gostam de cozinhar, aproveitem, que vale bem a pena. Os preços variam consoante o vendedor e, tal como com tudo, há que regatear. No entanto, asseguro-vos de que é tudo bem mais em conta e muito melhor do que o que há por cá. Se já forem com uma ideia em mente do que querem comprar, vão vagueando pelas lojas. Contudo, não se mostrem demasiado interessados. Os marroquinos são fantásticos a detetar potenciais compradores e, sem nos darmos conta, já estamos dentro da loja a ver demonstrações e explicações sobre os variados produtos. Muitos dos lojistas chegam a fazer ofertas, especialmente às senhoras, portanto, se estiverem com paciência e forem simpáticos, podem acabar por trazer muitas coisinhas nos sacos.


Se quiserem fazer uma tatuagem de hena, o melhor lugar é a praça Jemaa-el-fna. Normalmente as senhoras andam com álbuns fotográficos com os preços de cada tatuagem. Mas atenção, estes estão demasiado inflacionados. Para terem uma ideia, eu paguei 20 dirhams pela tatuagem da mão e outros 20 pela da perna (depois de me terem pedido 80), o que corresponde a cerca de 2 €. Eu escolhi a hena vermelha e, apesar de esta durar muito menos, não aconselho mais nenhuma. A hena preta não é natural e pode provocar todo o tipo de alergias e inflamações de pele. Portanto, tenham cuidado e não arrisquem. Se quiserem voltar com a vossa tatuagem de hena vermelha ainda em condições, no entanto, e para a fazerem durar mais, deixem ficar a “crosta” o máximo de tempo possível na pele (independentemente do que vos disserem lá) e, depois de esta sair naturalmente, sempre que forem tomar banho ou lavar essa parte do corpo, apliquem uma camada de vaselina ou óleo corporal sobre ela para que a água e produtos escorram e não a aretirem, e, obviamente, não a esfreguem.


Quanto aos horários das lojas, lembrem-se de que o dia santo muçulmano é a sexta-feira, por isso é provável encontrarem muita coisa fechada nesse dia. À hora do almoço e até ao início da tarde, também há muita coisa fechada por causa do calor.


Quanto ao que levar, e isto é direcionado às meninas, que normalmente vão carregadas de malas, aconselho a levar pouco. Isto é, se não estiverem interessados em ir a locais chiques e em aproveitar a vida noturna, levem apenas o essencial.

Sendo um país muçulmano, Marrocos é ainda bastante conservador quanto à maneira de vestir, e os turistas com “pouca roupa” são quase sempre olhados de lado. Portanto, se não quiserem ser o centro das atenções, tentem ser o mais discretas possível. Prefiram T-shirts que tapem os ombros e calças ou saias abaixo do joelho. Não precisam de tapar a cabeça, mas levem sempre um lenço para ocasiões em que este pode ser preciso, como uma visita a uma mesquita. De qualquer forma, com o sol abrasador do verão, um lenço ou chapéu acaba por ser essencial.


Quanto a calçado, e isto até é estranho em mim, levem pouco. Marraquexe é uma cidade poeirenta e as ruas da Medina são sobretudo de terra batida ou calcetadas. Portanto, e como o melhor meio de deslocação (e mais barato) é mesmo a pé, aconselho um bom par de sapatilhas. Eu fiz quilómetros a pé, apenas usei táxi quando quis sair da Medina, e as minhas sapatilhas revelaram-se imprescindíveis. Portanto, meninas, não ocupem espaço desnecessário na mala com os vossos sapatinhos ou sandálias bonitos se não quiserem acabar com os pés sujos ou feitos num oito.

Para se deslocarem de cidade em cidade, há duas empresas de transportes: a CTM e a Supratours. A segunda foi recentemente adquirida pelo estado e é de longe melhor do que a primeira. Em Marraquexe, a central situa-se fora da Medina e é relativamente fácil de encontrar. Eu usei este meio de transporte na viagem até Essaouira e fiquei agradavelmente surpreendida.


E agora que já mencionei Essaouira, fico-me por aqui… por hoje. Amanhã, vou falar um bocadinho de Essaouira, para o caso de haver alguém interessado em ir lá.

Beijinhos.

24 de Janeiro de 2012

Voltei, voltei!

Olá!


Pois é, tenho estado muito ausente. A vida nem sempre é fácil e a minha cabeça tem andado a mil, por isso a inspiração para escrever posts novos não tem sido das melhores. Mas pretendo voltar, claro. Este blog é um pouquinho de mim e estão todas convidadas a passar por cá sempre quiserem e a deixar os vossos comentários. Entretanto, amanhã há um post sobre viagens a Marrocos, criado especialmente para a Vanessa.

Até manhã e beijinhos a todas.

24 de Dezembro de 2011

Um Natal muito feliz a todos!

Lamento ter estado ausente este tempo todo, mas prometo voltar em breve com muitas coisas novas.

Beijinhos!

22 de Outubro de 2011

O sabão negro


Este produto, trouxe-o por acaso, de uma das últimas lojas de especiarias de Essaoiura, como oferta do simpático vendedor, quando lhe perguntámos o preço depois de termos feito já algumas compras. Às minhas “companheiras” de compras espanholas ainda ofereceu uma luva de kessa, mas eu não tive coragem de pedir uma também, já que o negócio anterior tinha sido tão proveitoso para mim. Fica para uma próxima a experiência com a tal luva.

Ao início, e para quem não está habituado a ele, este “sabão” negro pode parecer um pouco estranho. Na verdade, à primeira vista pereceu-me um pouco repulsivo. O cheiro não é nada de especial, daí venderem-no também em embalagens (o meu era ao peso, em sacos de plástico) com mistura de essências como rosa ou jasmim. A consistência é um pouco untuosa e invulgar. Mas o resultado é excelente. Eu usei, recomendo e da próxima vou trazer mais.

O sabão, obtido a partir de uma mistura de azeite e azeitonas pretas esmagadas e embebidas em sal e potássio, é ao mesmo tempo um esfoliante natural poderoso e um hidratante excelente para a pele, pois é muito rico em vitamina E regeneradora. Uma vez misturada com água, a pasta torna-se mais macia, mas não faz muita espuma. Actua em profundidade, fornecendo uma eficácia incrível contra toxinas e removendo a pele morta.

Deve ser aplicado sobre a pele molhada, que, uns minutos depois, deve ser enxaguada e esfregada vigorosamente com uma luva de kessa para remover as células mortas. Por fim, a pele deve ser enxaguada abundantemente.

Este sabão é verdadeiramente fabuloso, na minha opinião. Agora tenho pela de ter trazido pouquito. Pelas minhas contas, numa próxima viagem não me chegará uma mala extra ;)

20 de Outubro de 2011

Aker el Fassi, o batom berbere


Outro produto que trouxe e não podia deixar de vos mostrar é o Aker el Fassi, o batom berbere. Achei tão engraçado que não podia deixar de trazer um. No meio das explicações exaustivas do vendedor e das demonstrações de tudo e mais alguma coisa, perguntei o preço e ele ofereceu-mo. Achei uma delícia.


O Aker El Fassi é um batom natural que vem sob a forma de um pequeno pote de barro vermelho-rosado. Este produto berbere é usado há muito pelas mulheres do Oriente. É completamente natural, feito a partir de pó de papoila seca ao sol e romã (se não estou em erro), e depois aplicada numa espécie de sino de argila. Para usar o Aker el Fassi, basta humedecer um dedo ou um pincel e aplicar nos lábios. Supostamente dura muito tempo, mas nunca experimentei durante tempo suficiente para o comprovar. Talvez nunca o vá usar como deve ser, mas guardá-lo-ei sempre pela originalidade e como recordação de um pedaço de tempo bem passado a (o primeiro de muitos) a receber explicações infindáveis sobre os produtos naturais de Marrocos.

Para verem como se usa, encontrei este vídeo bem explicativo:


Que acharam? É bem giro, não é? Uma recordação bem engraçada para amantes da maquilhagem.

19 de Outubro de 2011

Maquilhagem - Kohl ou Kajal

Se antes da minha viagem já considerava que o único produto de maquilhagem que nunca dispensaria era o lápis dos olhos, agora confirmei isso mesmo. Fui para lá com uma ideia em mente... tinha de trazer kohl. E trouxe. E agora só quero mais e mais.

Ora aqui está um:


E o outro:


Estão curiosas para ver como é? Ok, ok, mas antes um pouco de história. Além de lindas temos de aumentar a nossa cultura geral, não é?

O kohl é um cosmético de olhos antigo. É criado através da trituração de galena (sulfeto de chumbo) e outros ingredientes. É amplamente utilizado no Sul da Ásia, no Médio Oriente, no Norte da África, no Corno de África e partes da África Ocidental para escurecer as pálpebras e, como máscara para pestanas. É usado principalmente por mulheres, mas também alguns homens e crianças.

O kohl adopta inúmeros nomes: Árabe: كحل Kuhl; Hindi: काजल kajal; curdo: کل; Urdu: کاجل kajal; Malayalam: കൺമഷി kaNmashi / സുറുമ suRuma; canará: ಕಾಡಿಗೆ; Somália: kuul; Hausa: kwalli; Fula: pinaari; Telugu: కాటుక Katuka; Tamil: கண் மை Kan Mai; hebraico: כחול. É também conhecido como kol, kehal ou kohal no mundo árabe, e surma ou kajal no Sul da Ásia.

O kohl era usado tradicionalmente desde a Idade do Bronze (3500 a. C. em diante) por rainhas egípcias. Era originalmente usado como proteção de doenças oculares. Houve também uma crença de que a escurecimento ao redor dos olhos protegia dos raios solares. A casta mais antiga da Índia, koli, usava o kohl como cosmético. Além disso, as mães aplicavam kohl nos olhos dos filhos logo após o nascimento. Algumas faziam isso para "fortalecer os olhos da criança", e outras acreditavam que isso protegeria a criança do mau-olhado.
 
Então, espera lá, mas isso do chumbo não faz mal? Talvez. Há estudos contraditórios acerca do uso do kohl, ou kajal. Eu preferiria não arriscar, mas confesso que fui de olhos tapados e nem me passou tal coisa pela cabeça. Mas tive sorte. O meu kohl em pó é produzido pela Khojati, que afirma ser livre de chumbo. E era a marca que me aparecia por todo o lado, o que me dá uma certa confiança. Quanto ao meu outro kohl, ou kajal, não sei bem. Mas gostava de pensar que é seguro porque estou apaixonada por ele.  
 
Pois, e então como é que eles são mesmo? Beeeem...  são assim:



E isso como é que se põe? Diz lá. Há vários vídeos no YouTube sobre o assunto, por isso aqui vai um para verem como é, tá? Digam lá que se eu não sou simpática...


ou então aqui:


Bem, agora vou mostrar-vos alguns tipos diferentes de kohl. O que mais aparecia por Marrocos era o pó, mas há uma variedade imensa de formas e recipientes.







Os produtos citados acima, são todos da Khojati, uma empresa indiana.

Os produtos abaixo são da Hashmi, uma empresa paquistanesa quem segundo estudos americanos, possuem altas concentrações de chumbo. Verifiquei no site deles e eles negam tudo, no entanto, nunca fiando e aqui ficam algumas imagens.




De qualquer modo, o melhor é ler sempre os rótulos, sempre que possível e preferir produtos que mostrem a sua composição. Ou então optar por comprar por cá marcas mais conceituadas que possuem kohl em pó e em barra.





No entanto, eu continuo a preferir os meus pozinhos negros mágicos que trouxe de lá. Afinal, ficaram-me por 5Dh (0,50€). Para a próxima trago um carregamento. 

E então, gostaram? Atreviam-se a usar?

Amanhã há mais coisinhas maravilhosas para mostrar.

18 de Outubro de 2011

Deixo-vos aqui mais umas fotos da viagem a Marrocos, pouquinhas, só para aguçar o apetite.

Praça Jemaa el-Fna, um dos locais que mais me impressionou em Marraquexe, animada como só ela

Porto de Essaouira

O que se come por lá, perguntam vocês? Come-se bem. Só não se pode olhar muito para o lado nem pensar muito, em alguns sítios.

Salada de tomate e pimento, tagine de frango, kebabs de vaca e salsichas na Jemaa el-Fna 

Shwarma, hambúrguer, sande de kebab, chicha kebab

Lulas, linguado e lagosta em Essaouira, pequeno almoço na riad

E as compras? Bem, é um convite ao consumismo, especialmente devido à variedade de coisas diferentes e à qualidade excelente dos produtos naturais, especialmente as especiarias. Os cheiros inebriam-nos e convidam à compra.

Das babouches, à bijutaria, passando pela cerâmica e pelo metal, tudo apetece trazer.


Os candeeiros e as especiarias quiseram logo vir comigo.


E vieram, assim como algumas outras coisitas poucas que ainda cabiam na mala. 


Há sempre sítios onde gastar dinheiro. Por todo o lado há onde petiscar. Os doces abundam, assim como os frutos secos e os sumos de laranja natural (excelentes!).


Se quiserem alguma explicação, terei todo o gosto e dá-la. E, se vos abri o apetite, e quiserem dicas sobre uma viagem, tenho tudo apontadinho. Numa próxima viagem já tenho tudo estudado.

Amanhã mostro-vos mais pormenorizadamente algumas compritas.

Beijinhos