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Glossário de Sapatos - Tipos de Saltos


Salto Agulha ou Stiletto Salto com altura em torno de 9 a 10 cm; formato pode ser comparado aos de uma suave vírgula; busco afinamento que parte da bandeja do salto; perfil finíssimo, que se assemelha a uma agulha.


Salto Bloco Grande variação de altura; grande espessura; praticamente não há, ou há muito pouco afinamento que parte da bandeja do salto.



Salto Coluna – Um salto totalmente redondo, em forma de coluna.



Salto Cone – Ampla variação de altura; amplo afinamento que parte da bandeja do salto; como o próprio nome sugere, salto em forma de cone invertido.



Salto Convertível – Uma nova geração de saltos, que podem ter suas alturas modificadas, ou trocados rapidamente conforme o desejo.



Salto Cowboy – Altura em torno de 2 a 5 cm; espessura considerável; arredondamento na parte posterior; afinamento recto, porém um pouco acentuado que parte da bandeja do salto.



Salto Cubano – Altura em torno de 4 a 7 cm; cerca de 2,5 a 5 cm de largura; arredondamento na parte posterior; afinamento recto suave que parte da bandeja do salto.


Salto Cunha – Altura pode variar bastante desde entre 2 a 10 cm; formato de cunha, totalmente sólido desde o calcanhar até ao arco do pé; inclinação que parte do calcanhar que vai perdendo altura ao passar pelo arco do pé.



Salto em Camadas – Um salto feito em várias camadas visíveis de material.



Salto Flat – Altura em torno dos 0,5 a 1,5 cm.



Salto Invertido – Altura bastante variável dos 4 aos 12 cm; o salto não é fixado no calcanhar, mas sim entre a planta solar e o arco do pé; afinamento que parte da planta solar em direcção ao calcanhar na horizontal paralelamente ao solo.


Salto Kitten – Altura em torno de 3 a 5 cm; design delicado; afinamento considerável que parte da bandeja do salto.


Salto Louis XV ou Carretel – Altura variável entre 3 e 8 cm; média espessura; formato semelhante a um carretel; afinamento que parte das duas extremidades.


Salto Plataforma – Altura em torno dos 7 a 15 cm; utilização de compensado na parte dianteira do solado, que costuma ter uma variação de altura ente 1,5 e 7 cm; cobre toda sola do sapato, excepto na versão apenas compensada.



Salto Ponteira – Altura pode variar entre 7 e 12 cm ; espessura também pode variar não devendo ser exagerada; afinamento recto suave em linhas quase que paralelas que partem da bandeja do salto.



Salto Prisma – Um salto com três lados rectos que formam um triângulo.



Salto Vírgula – Altura bastante variável indo dos 3 aos 12 cm; formato comparado ao de uma vírgula bem acentuada; brusco afinamento que parte da bandeja do salto.



Salto Vírgula Invertida – Altura máxima em torno dos 7 ou 8 cm; formato pode ser comparado ao de uma vírgula, porém com inclinação ao lado oposto ao do tradicional salto vírgula; afinamento que parte da bandeja do salto.

Glossário de Sapatos - Parte V


Rain Boot/Wellington (Galochas): Originalmente um calçado de segurança impermeável que cobre parte da perna, confeccionado totalmente em borracha. A sua principal característica é deixar todo o pé e parte da perna coberta, ser produzido em material impermeável, originalmente numa única peça, sem colagem ou costura. Tem bico arredondado e largo, um pequeno salto e não possui qualquer tipo de fecho.

Riding Boot (Bota de Equitação): O modelo original data de meados do século XVI e meados do século XVIII. As suas principais características são: cano alto que chega até logo abaixo do joelho, geralmente inteiriço e liso; alguns modelos podem conter alças nas laterais do cano, ou mesmo na parte frontal ou traseira deste; biqueira ampla e arredondada com reforço especial; solado com poucas ranhuras, salto, ou tacão, que geralmente não ultrapassa os 2,5 cm; o corte é composto por 3 partes, gáspea longa, traseiro e cano.

Romana: Mais uma variação das sandálias, é semelhante à Gladiadora, pois também é originária da Roma Antiga. Trata-se de uma sandália que prende com tiras de couro ou fitas entrelaçadas nas pernas. A sua principal característica é não possuir salto ou possuir um salto baixíssimo. O solado é de couro, deixa boa parte do pé à mostra, e as tiras devem passar da altura dos tornozelos, podendo chegar quase à altura dos joelhos. A Romana pode uma grande variação no que refere ao bico e ao salto.

Sabot (Tamanco Holandês): Tradicional da França e dos Países Baixos, originalmente era feito de uma única peça de madeira. Posteriormente, passou a possuir o corte feito de couro. A sua principal característica é possuir um solado de madeira espesso, onde é fixada a gáspea, totalmente fechada, através de pregos, tachas, parafusos ou grampos.

Saddle Oxford: Um Oxford com biqueira lisa, arredondada, geralmente feitos de pele branca, com uma secção castanha ou preta que atravessa a zona dos atilhos.

Sandal (Sandália): Provavelmente o modelo mais antigo, a sandália era o calçado usado pelas antigas civilizações do Egipto, da Grécia e de Roma. A sua principal característica são as tiras responsáveis pela fixação ao solado, tanto na parte dianteira como na traseira.

Sapatilha/Ténis: Calçado com corte de lona ou material impermeável e solado de borracha, usado geralmente para a prática de desportos, mas adoptado também em looks informais e desportivos.

Side-Gore: Um modelo com origem no loafer, possui elásticos nas laterais, e não possui fivelas, velcro, fechos ou atacadores. É um sapato totalmente fechado e deixa o pé quase totalmente coberto. As adaptações recente fizeram que haja modelos com variados tipos de biqueiras ou salto.

Sling-back: O estilo do Sling-Back varia grandemente, podendo ser um sapato aberto ou fechado à frente, com uma variedade de biqueiras e saltos. A característica comum a todos os Sling-Back é serem abertos atrás, apenas com uma tira que passa pelo calcanhar e liga os lados da gáspea.

Sneakers (Ténis/Sapatilhas): Uma espécie de Oxford com solado de borracha e corte de lona. Usado na prática de desportos em geral, mas adoptado pela população em geral pelo facto de serem confortáveis e práticos.

Spat Boot: Este tipo de bota teve origem nas polainas, muito utilizadas no final do século XIX e início do século XX, que eram colocadas sobre as botas, ou sapatos, fossem eles masculinos, ou femininos. A sua principal característica está no fecho lateral, por colunas simples de botões muitas vezes em cores contrastantes aos materiais predominantes.

Spectator: Tradicionalmente, os Spectator eram Brogues feitos com dois ou mais materiais ou cores diferentes, com detalhes serrilhados e perfurados. As cores tradicionais eram o preto e o branco. No entanto, hoje em dia o termo é usado para descrever sapatos feitos de duas cores, mesmo não possuindo perfurações ou serrilhados, ou sapatos feitos de dois materiais, com perfurações e serrilhados, mesmo sendo da mesma cor.

Split-Toe: Este modelo é inspirado no “Jika-Tabi”. As suas principais características são de ter uma divisão entre o dedo grande do pé e os outros dedos. Originalmente era feito de materiais confortáveis como neoprene, tecido acolchoado, borracha, etc., com solado maleável e confortável. É bastante empregado em actividades desportivas como rafting, canoagem, surf, etc. Hoje em dia existem modelos mais tradicionais como botas, ankle boots, etc. que usam o conceito de Split-Toe.

Thong: Uma sandália ou chinelo, muitas vezes sem salto, com uma tira central, entre o primeiro e o segundo dedos do pé. Pode ser de pele, tecido ou plástico e possuir todo o tipo de decorações. É muito semelhante ao Flip-Flop, mas pode ou não ser chinelo.

T-Strap: Este conceito pode ser aplicado a diversos outros modelos como Sandálias, Pumps, Peep-Toes, etc. A sua principal característica é possuir uma tira vertical sobre o peito do pé, atravessada por outra tira vertical, que criam o formato de um “T”; pode envolver o tornozelo, ou ligar-se ao traseiro.

Tanker Boot: Uma bota de combate específica para a cavalaria mecanizada, ou blindada. As principais características são: fecho por meio de tiras, ou correias que se estendem deste a gáspea até à borda do cano, sendo as fixações efectuadas por meios de fivelas metálicas; confecção em couro impermeável; Protecção de aço na biqueira e no traseiro; o tamanho do cano ronda os 35 cm; solado de couro e borracha relativamente grossos e com ranhuras.

Ugg Boot: Embora possa ser confundida com as Mukluks/Kamiks/Inuits, esta bota tem algumas particularidades que as distinguem. Este modelo é geralmente confeccionado em pele de ovelha, juntamente com a lã. Não é utilizado qualquer forro pois a lã fica na parte de dentro do calçado. As costuras são visíveis na parte de fora. Possui solado recto de borracha, sem salto, ou salto baixíssimo. A altura do cano pode variar bastante indo de logo acima dos tornozelos até acima dos joelhos. A biqueira arredondada é ampla e confortável. O termo Ugg é utilizado na Austrália e na Nova Zelândia para definir todos estilos de botas com a características acima mencionadas, logo nestes países o nome “Ugg”, não pôde ser registado como marca. O nome “UGG”, no entanto, foi registado pela Deckers Outdoor Corporation em mais de 100 países a nível mundial.

V-Strap: Uma sandália com uma tira que envolve o calcanhar, presa á sola através de tiras verticais dos lados que se encontram na parte central da gáspea, formando um “V”.

Valenki: Modelo tradicional do inverno russo, muito utilizada até meados do século XX. A sua principal característica é o material de confecção, o feltro, não havendo solado. Inicialmente era confeccionado em lã de carneiro, que proporcionava bom aquecimento nos invernos rigorosos. Este modelo é geralmente utilizado em conjunto com galochas.

Waraji: Sandálias tradicionais japonesas feitas de palha e corda. São confeccionadas em materiais como cânhamo, fibra de palma, algodão, palha de arroz, etc. Têm as tiras fixas bem na frente da sandália, o que faz com que os dedos fiquem fora do solado.

Winklepicker: Não se trata exactamente de um modelo, mas de um estilo, pois pode ser aplicado a sapatos e a modelos abotinados. As suas principais características são as biqueiras finas e alongada, salto baixo e amplo do tipo cubano com cerca de 4 cm, geralmente na cor preta. Os modelos inicialmente foram adaptados em sapatos Oxford e botas Chelsea, mas hoje podem ser adaptados a vários outros modelos.

Zôri: Modelo originário do Japão e que inspirou as havaianas. A principal característica é o solado rasteiro de palha trançada e tiras em forma de “V”, com o ponto de fixação central, no meio da sola, não havendo distinção entre pé direito e esquerdo. O modelo tradicional possui dois formatos básicos: os quadrados são destinados a homens e os arredondados são destinados a mulheres.

Glossário de Sapatos - Parte IV


Loafer: Por vezes também chamados "slip-ons," os “loafers” são, muito simplesmente, sapatos sem qualquer tipo de fecho e com saltos muito baixos, ou nenhuns. Este modelo é inspirado nos mocassins usados pelo nativos americanos, mas hoje em dia os estilos variam muito e alguns poucas semelhanças têm com o modelo original.

Mary Jane: Um modelo inspirado no tipo de sapatos que as crianças costumavam usar. A altura do salto e os estilos variam muito. O que os identifica é a tira que cruza o peito do pé, mas há modelos com várias tiras sobre o peito do pé. Geralmente têm bico redondo, mas há modelos com uma variedade de bicos.

Moccasim: Um sapato sem salto, totalmente feito de pele macia, com solado que se sobrepõe ao corte, usado originalmente pelos nativos americanos.

Mojari: Nome genérico que identifica um tipo de calçado étnico produzido na Índia e no Paquistão. Geralmente são feitos artesanalmente de pele tingida. O corte é feito numa única peça de pele ou tecido bordado ou decorado com metais, missangas, conchas, espelhos ou contas.

Monk Shoe: Um sapato com as orelhas sobrepostas à pala e que geralmente fecha com uma tira e uma fivela.

Mukluk/Kamik/Inuit: Originárias das tribos Inuit e Yupik do Árctico, são botas leves, confortáveis e quentes feitas de peles de animais com bastante pêlo. As suas principais características são: serem originalmente fabricadas com peles de rena, ou foca, com a parte do pêlo virada para dentro, e forradas com peles de coelho, lebre, raposa, etc. No exterior podem possuir também detalhes destas peles. Possuem biqueira arredondada que se molda ao contorno do pé. Hoje em dia há modelos com variações na forma, no solado e nos materiais utilizados.

Mule: Um sapato fechado na parte da frente, com uma biqueira mais fina e alongada, mas aberto atrás. Pode ter salto médio, alto ou em cunha e os materiais empregues na sua execução variam muito.

Okobo: Um modelo tradicional de calçado japonês, também conhecido por pokkuri, bokkuri ou koppori geta, muito semelhante ao Geta, pelo menos na parte superior. Possuem solado ou plataformas confeccionados a partir de blocos de madeira de salgueiro, tendo na planta uma grande cavidade, e na parte frontal um brusco afinamento de baixo para cima. O corte é composto por tiras em “V”.

Open-toed (Sapato Aberto): Sapato de mulher sem biqueira. Semelhante ao Peep-Toe, mas com uma abertura maior à frente. O estilo pode variar enormemente e aplica-se tanto a sapatos como a botas.

Oxford: Este modelo surgiu por volta de 1640 e foi adoptado pelos estudantes da Universidade de Oxford, de onde vem o nome. A sua principal característica é o traseiro e a gáspea sobreporem-se ao talão ou orelha. Fecha com atacadores e o salto, que originalmente era baixo, nos dias actuais pode ter salto baixo, médio ou alto.

Papete: Uma derivação da tradicional sandália, a sua principal característica são as tiras médias em material confortável, que podem ser de nylon, borracha, lona, e que deixam boa parte do pé à mostra. As tiras, responsáveis pela fixação ao solado, fixam-se tanto na parte dianteira como na traseira/lateral. O solado tem espessura considerável e macia, geralmente anatómica.

Peep-toe: Um clássico dos anos 40, a sua principal característica é possuir uma pequena abertura da ponta da gáspea, bem mais pequena do que nos Open-Toe.

Pirate boots: Este modelo ficou conhecido graças a Vivienne Westwood, que o incluiu a sua colecção pirata em 1981. Desde então, o modelo dela tornou-se um clássico, mas o estilo foi copiado diversas vezes ao longo dos tempos. Este modelo é identificado pelas muitas tiras e fivelas ao longo do cano.

Plataforma: Este modelo é originário da Grécia Antiga. As plataformas podem ser aplicadas aos mais diversos modelos. A sua principal característica são os solados bastante espessos geralmente superiores a 2 cm. Regra geral, os solados são inteiriços, podendo ser ou não em cunha. Quando a plataforma aparece somente na parte dianteira da sola, o sapato denomina-se “compensado”.

Pump: O Pump é, muito simplesmente, um sapato fechado. É um modelo clássico e intemporal, e, na verdade, bastante difícil de definir. Na sua forma mais básica, o Pump é um sapato com a gáspea e o traseiro fechados, com algum decote na frente da gáspea. O Pump clássico não possui costuras na gáspea, nem qualquer tipo de fitas, atilhos, fivelas ou tiras, mas é muito comum ver um Pump com tiras no tornozelo, ou em T ou mesmo Mary Jane. Hoje em dia, o Pump pode possuir qualquer tipo de biqueira, ou mesmo ser Open-Toe ou Peep-Toe. A altura do salto também varia bastante, desde o vertiginoso Stiletto ao amoroso Kitten Heel.
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